Arquivo por categoria vícios de linguagem
BRUNO GAGLIASSO E AMBIGUIDADES NA BIENAL DO LIVRO
Publicado por admin em ambigüidade, vícios de linguagem às 11 de Setembro de 2009
“Bruno Gagliasso revela que está escrevendo um livro na bienal”, diz a chamada.
Não vai dar tempo, porque a Bienal do Livro (Rio) vai apenas até o dia 20 de setembro.
Ou Gagliasso acelere a escrita ou o redator mude a manchete para “Bruno Gagliasso revela, na Bienal, que está escrevendo um livro”.
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(fonte)
JULIANA ALVES NA PLAYBOY E MAIS DOIS CLICHÊ PARA A COLEÇÃO
Publicado por admin em clichês, vícios de linguagem às 11 de Setembro de 2009
A atriz Juliana Alves confirmou que aparecerá nua na edição de outubro de 2009 da revista Playboy.
Grátis, dois clichês para nossa coleção:

Porque toda mulher formosa é “escultural” e sua beleza é sempre “estonteante”…
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(fonte)
OBESIDADE – REDUNDÂNCIAS E AMBIGUIDADES
Publicado por admin em ambigüidade, língua portuguesa, pleonasmo, vícios de linguagem às 31 de Agosto de 2009
Segundo recente pesquisa, gordura abaixo da pele da barriga não faz mal à saúde.
E acima?!
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A bem da verdade, não sei se classifico a manchete como “ambígua” ou como “redundante”…
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(pesquisa aqui)
LIVRO REÚNE 4500 FRASES-FEITAS
Publicado por admin em língua portuguesa, notícias, pleonasmo, vícios de linguagem às 25 de Agosto de 2009
O jornalista Humberto Werneck está lançando “Pai dos burros”, livro que é uma coletânea de 4500 frases-feitas, isto é, clichês, como “jurar de pés juntos”, “num futuro próximo” etc. Humberto os colecionou por cerca de 40 anos – às vezes, levantando-se para anotar uma que lembrava no meio da noite.
Humberto é considerado um dos jornalistas brasileiros que melhor escreve, e um dos seus truques é justamente subverter o clichê. Sua principal fonte para o livro, paradoxalmente, foi o (mau) jornalismo de colegas: “O uso do lugar-comum denota preguiça, falta de imaginação e insegurança.”
Em entrevista, Werneck afirma ainda: “linguagem velha não seduz”. “Quando o leitor me abandona no meio do texto, ele está me decapitando.”
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Em um post anterior, sobre a nova lei do estupro, há um exemplo intencional de lugar comum: “terminantemente proibido”. Alguém já viu, por acaso, a palavra “terminantemente” ser usada em outro contexto?!
Aliás, dou uma olhada no Houaiss agora e vejo que ele nem a registra…
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(notícia original aqui)